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    Clipagens

    Edifícios no Recife cada vez mais ecológicos



    No Brasil, anualmente, são desperdiçados R$ 4,6 bilhões porque não se recicla tudo o que poderia, mas, aqui no Recife, onde se produz diariamente 1,9 mil toneladas de lixo diariamente, uma iniciativa privada tem colaborado com o fim do desperdício. No Edifício Vale das Acácias, no bairro do Parnamirim, segundo conta o administrador Ricardo Correia, a coleta de lixo dos 52 apartamentos, entre seus 700 moradores, é diferenciada. “Em cada andar, há dois baldes para armazenar os resíduos recicláveis e não-recicláveis. O que pode ser aproveitado é levado de segunda a sexta, por pelo menos quatro catadores a cada dia. Nada é vendido, mas entregue a eles. Dos 200 quilos de material colocado na lixeira diariamente, metade é aproveitada, o resto é levado pela Prefeitura. Com o sucesso, estamos pensando em fazer coleta semanal de óleo de cozinha, que também pode ser reciclado”, adiantou. Trata-se do primeiro edifício ecológico da cidade, selo adquirido há pouco mais de três anos. Morador há dois anos do prédio, o procurador Paulo Fernandes Pinto Júnior, de 35, achou a iniciativa ótima, algo que não existia onde antes residiu. Com a esposa Karina e os filhos Rodrigo, 13, e Gabriela, 9, sua família produz o equivalente a um saco de 30 litros de lixo diariamente e, dentro de casa, separa a parte orgânica da inorgânica. “Essa rotina criou uma nova consicência em nós que, até minha filha, se a secretária dividir errado, vai lá corrigir. É um gesto simples, comparado ao grande benefício que se alcança. Agora, se fizéssemos em nosso apartamento e o resto do edifício não, seria um trabalho em vão”, avaliou Paulo Fernandes. Esse é um dos 80 prédios da Região Metropolitana do Recife (RMR) a ter o selo do projeto nascido há sete anos com a ONG Ambiental 21, encabeçado pelo espanhol-americano Mark Burr e apoiado pela Associação Meio Ambiente Preservar e Educar (Amape). Para implementar a ideia nos locais interessados, os moradores e funcionários passam por dois dias de orientações educativas. Apenas na fase de implantação, são cobrados R$ 35,00 por apartamento, valor que serve para a compra recipientes plásticos, adesivos plásticos e acompanhamento. “Com a colaboração de um projeto de divulgação da agência experimental de publicidade das Faculdades Integradas Barros Melo/Aeso, em parceria com uma ONG inglesa de comunicação, esperamos implantar o Edifício Ecológico em mais 100 prédios da RMR até o fim de 2009”, previu o idealizador Mark Burr. Quem quiser aderir ao projeto, deve ligar para o telefone 3265. 1704.

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