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    Nenhum internauta é uma ilha, toda e qualquer criatura que já teve a oportunidade de  navegar sabe disso. Mas a verdade é que coletividade, graças ao conceito de mídias locativas, que é todo e qualquer recurso que permita a associação de informações trocadas no mundo virutal a endereços do mundo real, nunca foi um conceito tão hi-tech. "Criou-se uma nova esfera social, em que o poder é pulverizado e não institucionalizado", explicou, ainda agora, durate uma das primeiras palestras deste último dia de Campus Party o jornalista Bruno Nogueira, mestre e doutor em comunicação, além de coordenador da Aeso - Faculdades Integradas Barros Melo.

    Segundo ele, as mídias digitais, "as únicas que são verdadeiramente livres" estão promovendo uma nova configuração cultural, política e urbana. "Os protestos recentes, totalmente articulados pela internet, são uma prova dessa nova ordem social que ganha corpo web afora." Para Bruno, os cidadãos estão hackeando o conceito de cidade e subvertendo a tradicional falta de diálogo entre população e governo. "É tanta informação, útil e inútl, sendo gerada pelos cidadãos, que alguns teóricos chegam a falar em cultura do excesso. Eu prefiro pensar que temos agora o luxo da escolha. Podemos simplesmente decidir em quem acreditar diante de uma infinidade de fontes disponíveis."

    São esses "territórios informacionais", na avaliação de Bruno, que formam, juntos e misturados, esse novo e poderoso sentido de comunidade. "Toda tag é importante", profetizou. E deu como exemplo desse novo ativismo online a chamada Mídia Ninja, um coletivo de jornalistas que se mobilizaram voluntariamente para cobrar melhorias para as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. "Esses caras conseguiram fazer recentemente uma entrevista exclusiva com o profeito do Rio. Isso é muito sintomático. A partir da internet, a população está percebendo seu protagonismo social", disse Bruno, que convidou todo cidadão a viver, postar e compartilhar a cidade onde mora. "A massa cinza agora é colorida e pulsante. Essa utopia possível é o que começam a chamar de cidade 3.0, em que o mundo real é reflexo do virtual e não o contrário."

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    Segundo ele, as mídias digitais, "as únicas que são verdadeiramente livres" estão promovendo uma nova configuração cultural, política e urbana. "Os protestos recentes, totalmente articulados pela internet, são uma prova dessa nova ordem social que ganha corpo web afora." Para Bruno, os cidadãos estão hackeando o conceito de cidade e subvertendo a tradicional falta de diálogo entre população e governo. "É tanta informação, útil e inútl, sendo gerada pelos cidadãos, que alguns teóricos chegam a falar em cultura do excesso. Eu prefiro pensar que temos agora o luxo da escolha. Podemos simplesmente decidir em quem acreditar diante de uma infinidade de fontes disponíveis."
    São esses "territórios informacionais", na avaliação de Bruno, que formam, juntos e misturados, esse novo e poderoso sentido de comunidade. "Toda tag é importante", profetizou. E deu como exemplo desse novo ativismo online a chamada Mídia Ninja, um coletivo de jornalistas que se mobilizaram voluntariamente para cobrar melhorias para as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. "Esses caras conseguiram fazer recentemente uma entrevista exclusiva com o profeito do Rio. Isso é muito sintomático. A partir da internet, a população está percebendo seu protagonismo social", disse Bruno, que convidou todo cidadão a viver, postar e compartilhar a cidade onde mora. "A massa cinza agora é colorida e pulsante. Essa utopia possível é o que começam a chamar de cidade 3.0, em que o mundo real é reflexo do virtual e não o contrário."

     

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